Encontro Setorial: Museus

Para o encontro, estão convidados produtores, gestores de cultura, curadores, artistas plásticos, pesquisadores, professores, estudantes e demais profissionais e pessoas interessadas na área.

No evento, serão ouvidas as questões dos museus dentro da realidade da cidade do Rio e debatidas as políticas públicas do município para o setor e para a cidade.

Lembrando que a fase dos Encontros Setoriais, divididos em onze linguagens artísticas, começou em julho e acontecerá até o fim de setembro.

Então já sabe: dia 03/09, às 16h, no Memorial Getúlio Vargas, que fica na Praça Luís de Camões s/nº –  Glória.

Venha ao debate!

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Categorias: Museus | 1 Comentário

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Uma opinião sobre “Encontro Setorial: Museus

  1. Carlos Eduardo Thompson Alves de Souza

    A proposta / sugestão é minha e de colegas arqueólogos europeus e também museólogos que discutimos em Helsink algumas semanas atrás. A falta de espaço para guarda de material em arqueologia no Rio é tão grande que isso chegou ao conhecimento do ICAHM que apesar de não se envolver com Museus orienta o ICOMOS e a UNESCO na Gestão. Sou o único brasileiro do ICAHM.
    Para resumir , a nossa sugestão é simples : o Fomento SEC RJ e SEFIC / MinC e a Prefeitura do Rio em função dessa emergência poderia permitir que um MEI – Microempreendedor Individual possa ser Proponente. um MEI não pode ter Contrato Social. A minha sugestão é que o Fomento – neste caso – não exija Contrato Social. Seja mais flexível. Abrir uma Pequena Empresa Custa entre 1.700,00 a 2.000,00 e um proponente não pode abrir uma empresa. Ficam todos dependentes de Produtores Culturais e a Cidade continua em Ciclo Vicioso. Não faz sentido gastar esses valores que são os mais altos do mundo. Na Finlândia você não precisa de CNPJ, você tem a idéia e desde que justificada
    o Estado Suomi ( Finlandês ) simplesmente confia em você. Ele dá o subsídio e você faz a coisa.
    Para convencê-los de vez : não existe nenhum Produtor Cultural que entenda ou se interesse por Patrimônio, apenas por Restauração. Entendo que é o momento de flexibilizar regras , e para as coisas acontecerem depende da base, do Fomento. Construção de Museus Pequenos de Arqueologia e Polivalentes tem que ser uma prioridade no Rio mas só o Fomento pode flexibizar regras. A outra forma museológica é criar Santuários marinhos para o Patrimônio Subaquático. O problema é que o Brasil não ratifica a Convenção de 2001 com a UNESCO. Em Helsinki a UNESCO me pediu para sensibilizar o Poder Público Federal, Estadual e Municipal. Respeitosamente, Thompson

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